segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Primeira paixão e suas lições.

Lembro da minha primeira paixão como se fosse ontem, o nervosismo, a troca de olhares, e as indiretas bobas, como era divertido essas coisas banais.
Como ela partiu meu coração, e me ensinou, que mulheres foram feitas para isso, quebrar meu coração.
Com a minha primeira paixão, eu aprendi a quebrar corações, mas pra mim nunca foi igual a ela, nunca me sinto bem quando eu quebro os corações das pessoas, me sinto melhor sendo eu a machucada. Sempre foi assim e sempre será.
Aprendi, a nunca confiar em um"eu te amo". Aprendi a disfarça minha dor com um sorriso enorme, e aprendi a fingir que não sinto nada, embora as vezes essas emoções explodem e eu acabo me expondo, fazer o que !?
Psicologicamente falando, a paixão dura de 2 meses a 2 anos, se depois de 2 anos se eu
 ainda estiver com uma pessoa, e ainda senti as mesmas babaquices da paixão...eu acho que não será mais paixão...
Espero. No fundo do meu ser. Que um dia isso aconteça
Nasci para amar, cresci para amar, e morrerei para amar.
Essa sou eu, e sempre será, felizmente ou infelizmente.

sábado, 19 de outubro de 2013

Se não sente, não digas.

Parem de usar as três palavras assim.
Se não amas, não grites.
Não fale, não a mim.
Por farsas, não chores.

Não digas nada.
Se não ama com seu coração.
Não faças ilusão centralizada.
Se não existe a emoção.

Eu te amo.
Deve eu acreditar?
Palavras desgastadas no meu paladar.
E a pensar eu ando.

A imaginar, quem irá me amar.
Ou quem ira me enganar.
Certezas que ninguém a de imaginar.
Sem cessar.

Vamos amar?
Vamos crescer?
E parar de pensar.
Que a vida é só padecer.

Seremos os primeiros.
Os verdadeiros.
Nesse seculo que o mal do amor.
Sumiu sem ao menos o pudor.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Ah, os poemas...

Poemas não são para ler como lê palavras quaisquer.
Tem que ler como se tivesse lendo o universo, a vida.
Um bom poema é que nem uma paixão.
Te revigora, te fascina.
Doces palavras que transmite, tantos sentimentos.
Não são para decifrar, e sim pra pensar.
Pra amar, para degustar.
Para se enamorar.
Trasborda sua alma, e atingir o seu interior.
 Essa é a missão do amor, do poema.

Bicho estranho.

Um bicho me picou, não sei exato quando.
E eu ri, um riso jucoso.
Ao percebe que os sintomas da picada do bicho.
Estranhamente só aparecem quando te vejo.

Meu corpo entra num estado febril.
E eu sinto a enfermidade na minha alma.
Que reflete no meu corpo.
Minhas bochechas rosadas... ficam.

Tento em vão falar algo para ti.
Mas minha voz incerta gagueja.
Minhas mãos frias; elas nunca ficam fria.
Meu olhar não larga do seu ser.

Minha mente não consegue se fixar em nada.
Além de ti.
Que estranho mosquito me picou?
Me fez ficar boba.

Sorrindo atoa.
Tristeza!?
Na minha alma já não abita.
Que estranho mosquito me picou?

Queria eu saber.
Mas no fundo, não quero.
Saber demais
Nunca resoluta nada.

E depois do fim, Chris?

Se  cansou da vida.
Exagerou na dose.
E foi se fim, do tormento.
No nosso querido  Chris.

Do alto viu seu corpo.
Todo mutilado.
E de repente, sentiu o gosto de sangue em sua boca.
No seu desespero.

Chorou, como um bebê, chora.
 Ao se separa da mãe pela primeira vez.
Ele conseguiu o que tanto almejava.
E agora, doce, Chris?

O que será a minha vida sem mim.
Em súbito pensou Chris.
Mas, agora, já foi.
E não a nada do que falar ou do que dizer.

Simplesmente acabou.
A vida, é um sopro.
E ele soprou com ferocidade
E o final é incerto, como o começo.

Agora, Chris, entendeu.
O sentido da vida.
Mas já jazia frio no chão
E nada poderia fazer.

Soneto à Augusto

Menina de cabelos negros.
Voz de veludo
Que me faz perde
O tempo e o espaço.

Tudo em conjunto
E ao mesmo tempo, nada.
menina de olhos negros,
Como a noite.

Tão linda.
Tao fria
Que minha pele ardente
 clama pela tua.

Pela mesclagem de energias.
Em um fogo que queima.
Numa dança sem pudor.
Sem ânsias, sem temor.

Só meu corpo junto ao seu.
Menina, sem pensar no amanha.
Nada sabemos do dia seguinte.
Então aproveitaremos o dia.

Do amanha, nada sei.

Somos tão frágeis, que não percebemos.
Doce tortura de um amanha melhor.
De um futuro melhor.
Nos preparamos arduamente.

Para um novo começo.
Nenhuma certeza, que o veremos.
Alimentamos a alma do próximo
Sem saber se teremos de volta.

Um futuro incerto.
Todos nos temos.
A unica certeza.
É que nada saberemos.

Lutamos por nossas convicções
Sem ter exatamente certeza,  pelo o que lutamos.
Almas viventes, num redemunho
Redemoinho de sentimentos.
De ações, de anseios, de medos;.

Mas, o amanha é certo, de vir.
Você, não é certo de vir junto.
Mas pode ser que sim.
Ou pode ser que não.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Sério isso?

Lembrando daquela dor.
Que só você causou.
E aqui está você
Querendo meu amor.

E eu aqui feliz.
Por não ser mais teu escravo.
Queria te dar o mundo.
E você queria me matar.

E conseguiu,uma parte de mim se foi.
E eu nunca vou reviver essa parte.
Agradeço a você.
Por fazer essa armadura que eu uso.

Mas amor... de mim?
Talvez pena, talvez um meio que gostar.
Mas amor?
Tá de brincadeira comigo?

Pela última vez, Beija-flor.

Eu me lembro do seu choro ao anoitecer.
E me arrependo eternamente por ser a razão da sua angustia.
Sei que muito tempo se passou.
Mas na minha memória ficou.
Você aos soluços , e meu nome a gritar.
Pela ultima vez...

Me perdoe meu amor, por não ter amor.
Me perdoe , branquela, pela dor.
Depois daquele telefonema.
Daquele choro.
Aquela dor pungente.
Na minha mente se fixou.

E você, meu bem querer.
Sem mim ficou.
E nossa história se apagou.
Nosso fim amargo regressou .

Não sei ao certo.

Chego em casa, acendo o meu cigarro e ele me deixa num estado de êxtase.
Esse êxtase que no final ira me matar.
Irei ter uma morte, por causa de alguns maços de cigarro que apareceram na minha vida.
Que modo entranho de morrer, por um vicio tão banal.
Não fume- minha tia fala, minha avó fala, meu tio fala, todos falam.
Mas será que eles sabem da sensação que eu tenho ao fumar?
Será que eles um dia vão entender, essa minha ânsia por algo que não tem nome?
E o cigarro só me mantem no chão até essa coisa que eu anseio chegar.
Aí talvez eu largue o cigarro. Ou ele me larga.

Que coisa.

O amor, o amor supremo, será que existe tão conto de fada?
Será que ele está lá fora a espreita, de um momento certo, para surgir?
Será que ele ira nos dilacerar?
Será que ira nos acolher?
Ou será só mais uma invenção humano para tentar acalmar as nossas almas desesperadas?
Esses milhares de" será" não saem da minha cabeça.
Humanos e suas fantasias que nos encanta, que atração;
Que nos queimam.


No momento.

Eu quero chorar, eu quero chorar.
Mas não consigo.
Não tem mais lagrimas a derramar
Não, pera.. tem sim.
Acabou de cair uma no meu rosto.
Que merda, ei... Eu ainda sinto... algo.
Pensei que isso tinha morrido em mim.
Droga. Mas calma isso vai acabar.
Eu sei que vai, com vários maços de Carlton e um vinho barato.
É,  acho que isso basta.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Poucas verdades.

O monstro que eu sou.
É tão medonho, não quero que me vejam assim.
Minha alma é tão perdida.
Sem motivos, eu continuo a trilha.

Até a trilhar com gozo.
Que minha alma clama
Que minha alma exige.
A vida é tão complexa que me fascina.

Es a verdade.

Vamos miúda.

Você me atrai, menina de olhos escuros que tenta decifrar a minha alma.
Me atrai como nunca antes, me ensina a viver, como nunca antes.
Me ensinará?
Me pergunto as vezes no escuro, do meu quarto.
Se você estará disposta a desafiar a gravidade comigo.
Vamos, miúda, desafia a gravidade comigo.

Palavras que não saem.

Maldita empatia, malditos sentimentos.
Que não tem nada a expressar.
Palavras não saem, Mas tenho tanto a dizer.
Tanto a falar, pra você, querida minha.
Mas e o medo, e o medo de não sentir o mesmo.
De eu ser a unica a sentir essa emoção por dentro.
Que me corroí.
Que me destrói.

Como?

Como realmente amarei alguém ?
Se a minha alma em pedaços está.
Quem era amar uma aberração como eu?
Quem ira suporta minhas manias, minhas biras.
Quem ira?

Querendo o sabor.

Novos amores, novas dores.
Sem sentido, eu vou caminhando.
E a me dominar esses amores.
E nesses amores, eu acabo pensando.

Quando encontrarei meu amor.
Amor que me abalará.
E desse amor quero o sabor.
E nesse dia eu saberei.

Que sem você não viverei.
A sonhar com esse amor.
Que provavelmente nunca sentirei.
Mas o sonho persiste.

E na minha mente, eu minto.
Me apegando ao pouco
E finjo que sinto
Por outro.

O que deveria sentir por ti.
Cade você meu amor.
Onde estas.
Me encontra  mais tarde?

Estarei a sua espera
Como quem espera o ar.

Dores e mais dores.

Eu deveria esquecer toda essa gente que só me faz sofrer mais do que já estou fadada a sofrer.
Deveria, esquecer... toda essa gente maldita que compartilha o mesmo sangue que eu.
Que só sabem me julgar e nunca esteve e nunca estará do meu lado.
Nunca me entende, nunca tenta entender.
Dizem que eu vou ser nada, e porra como isso me machuca, tenho um orgulho, droga. Não deveria me importa com essa gente maldita.
Deveria me importa menos com a minha doença, ela nem é grande coisa...
Só que ela me modifica, me muda, me faz ficar tão vulnerável a essas dores de dentro...E sabe eu não me dou bem com essas dores que eu não consigo ver o machucado, o sangue...
Pode me bater, pode me esfaquear, pode mutilar que eu não ligo, mas não me magoa por dentro, por favor...
Prefiro uma faca no peito, doí menos...

Você é forte.

Meus problemas não são os maiores do mundo, nem os seus, mas para a gente é.
Pois, somos nos, ninguém sabe como nos sentimos ninguém entende, ou tenta entender.
A dor de dentro é tão grande que não aguentamentos.
Somos fracos, nesse sentido, mas na verdade somos fortes, porque de um certo modo aguentamos, respiramos fundo e sorrimos, como se nada acontecesse, como se não tivesse um burrado dentro de você.
Você é forte, e não importe o que aconteça, não se esqueça disso.

Errante.

Me diverte... O sofrimento!?
Masoquismo demais, certo?

Porque eu sinto muito, qual foi o meu pecado desta vez !? Sempre sou a errada.
A errante que perambula ou corre na maldita terra dos humanos incertos e tão certos de si.

Cansei é muita podridão para os meus pobres ouvidos e olhos. Eles merecem mais, muito mais.

Então eu a ouço, a doce voz da senhorita morte. Será este o meu fim? O final do meu tormento.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Doces rosas.

Adrenalina saindo lentamente do meu corpo, enquanto estou de pé no metro, esperando a minha estação chegar... Que espera que me tortura, como eu preferia estar lá, e lutar pelos ideias de uma nação, do meu povo. Lutar com rosas, minhas doces rosas. É tão mais fácil, esperar a bomba cair perto de mim, e tentar ajudar as pessoas a minha volta. Tão mais fácil fugir do fogo, dos estilhaços de vidro, das pedras perdidas... Ah, tão mais fácil... Agora aqui estou, indo para a estação final... E o meu suposto lar, minha cama, meus agasalhos, meus livros, estão a minha espera... Meus problemas provavelmente estão no portão, aguardando a minha chegada. E lá vou eu fumando meu último cigarro. Vou indo... Mas, como eu preferia estar lá.

Oscilações

Não sei ao certo o que é, mas me mata por dentro. Sendo a loucura ou a falta de caráter, a fraqueza dela me consome aos poucos. Minha vontade de me cortar, de me machucar, cresce quando eu a vejo nesse estado, oscilando entre a realidade e a fantasia . O passado a assombra e o futuro a amedronta. Ela quer morrer, eu também, vamos morrer juntas, mãe?
Você quer morrer comigo?
Vamos mãe, eu sangro pra provar o meu ponto.
Mas acho que ela não tem a coragem pra tal ponto. Ela acredita em Deus, e ouve as músicas triviais gospel, que a fazem acreditar que a vida dela está indo morro abaixo por não estar seguindo as regras do Deus dela. E as promessas que essas canções falam, de que para sair do poço é só acreditar nesse ser superior, amá-lo com todas as forças, que sua vida irá melhorar. Me dão nojo essas promessas falsas, você não tem que acreditar em nada além de si mesmo para subir na vida. Não se esqueça disso.
Mas ela não acredita, ela quer morrer, ou voltar atrás. Ela quer tantas coisas, ela quer meu ombro pra chorar, então chore, querida. Tira do seu peito essa dor e a coloque em mim, estou acostumada, vamos, querida. Me dê a sua dor. Irei vivê-la, eu aguento. Me acostumei... acho que nesse ponto da minha medíocre vida eu não sei viver sem sofrer, sem sangrar. Quando acontece algo bom na minha vida, eu sei que no final irei sofrer, porque eu conheço essa história. Minha mãe a contava todas as noites, antes de dormir, a história que me fazia chorar ao anoitecer.
Querida, você está me ouvindo ?
Não durma, não quero que se vá, não agora. Eu tenho que vencer a sua dor e esquecer a minha, escutou? Eu vou vencê-la. Não tome os remédios, não está na hora de dormir, não durma, te peço, fica mais um pouco, me conte a história do dia em que eu nasci, me conte as histórias em que você era feliz, me conte, mamãe, eu quero ser feliz... Eu quero sorrir sem pensar que daqui a pouco irei chorar.
Vamos, mamãe, não durma, fique comigo. Apenas...