quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Soneto à Augusto

Menina de cabelos negros.
Voz de veludo
Que me faz perde
O tempo e o espaço.

Tudo em conjunto
E ao mesmo tempo, nada.
menina de olhos negros,
Como a noite.

Tão linda.
Tao fria
Que minha pele ardente
 clama pela tua.

Pela mesclagem de energias.
Em um fogo que queima.
Numa dança sem pudor.
Sem ânsias, sem temor.

Só meu corpo junto ao seu.
Menina, sem pensar no amanha.
Nada sabemos do dia seguinte.
Então aproveitaremos o dia.

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