quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Do amanha, nada sei.

Somos tão frágeis, que não percebemos.
Doce tortura de um amanha melhor.
De um futuro melhor.
Nos preparamos arduamente.

Para um novo começo.
Nenhuma certeza, que o veremos.
Alimentamos a alma do próximo
Sem saber se teremos de volta.

Um futuro incerto.
Todos nos temos.
A unica certeza.
É que nada saberemos.

Lutamos por nossas convicções
Sem ter exatamente certeza,  pelo o que lutamos.
Almas viventes, num redemunho
Redemoinho de sentimentos.
De ações, de anseios, de medos;.

Mas, o amanha é certo, de vir.
Você, não é certo de vir junto.
Mas pode ser que sim.
Ou pode ser que não.

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