quinta-feira, 17 de outubro de 2013

E depois do fim, Chris?

Se  cansou da vida.
Exagerou na dose.
E foi se fim, do tormento.
No nosso querido  Chris.

Do alto viu seu corpo.
Todo mutilado.
E de repente, sentiu o gosto de sangue em sua boca.
No seu desespero.

Chorou, como um bebê, chora.
 Ao se separa da mãe pela primeira vez.
Ele conseguiu o que tanto almejava.
E agora, doce, Chris?

O que será a minha vida sem mim.
Em súbito pensou Chris.
Mas, agora, já foi.
E não a nada do que falar ou do que dizer.

Simplesmente acabou.
A vida, é um sopro.
E ele soprou com ferocidade
E o final é incerto, como o começo.

Agora, Chris, entendeu.
O sentido da vida.
Mas já jazia frio no chão
E nada poderia fazer.

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