sábado, 19 de outubro de 2013

Se não sente, não digas.

Parem de usar as três palavras assim.
Se não amas, não grites.
Não fale, não a mim.
Por farsas, não chores.

Não digas nada.
Se não ama com seu coração.
Não faças ilusão centralizada.
Se não existe a emoção.

Eu te amo.
Deve eu acreditar?
Palavras desgastadas no meu paladar.
E a pensar eu ando.

A imaginar, quem irá me amar.
Ou quem ira me enganar.
Certezas que ninguém a de imaginar.
Sem cessar.

Vamos amar?
Vamos crescer?
E parar de pensar.
Que a vida é só padecer.

Seremos os primeiros.
Os verdadeiros.
Nesse seculo que o mal do amor.
Sumiu sem ao menos o pudor.

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