quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Bicho estranho.

Um bicho me picou, não sei exato quando.
E eu ri, um riso jucoso.
Ao percebe que os sintomas da picada do bicho.
Estranhamente só aparecem quando te vejo.

Meu corpo entra num estado febril.
E eu sinto a enfermidade na minha alma.
Que reflete no meu corpo.
Minhas bochechas rosadas... ficam.

Tento em vão falar algo para ti.
Mas minha voz incerta gagueja.
Minhas mãos frias; elas nunca ficam fria.
Meu olhar não larga do seu ser.

Minha mente não consegue se fixar em nada.
Além de ti.
Que estranho mosquito me picou?
Me fez ficar boba.

Sorrindo atoa.
Tristeza!?
Na minha alma já não abita.
Que estranho mosquito me picou?

Queria eu saber.
Mas no fundo, não quero.
Saber demais
Nunca resoluta nada.

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