quarta-feira, 24 de junho de 2015



Acendo meu cigarro.
Estou a viajar 
Quem eu sou?
Pra onde vou?

Minhas mãos tremem.
No meu peito sinto uma dor
Essas perguntas atormentam minha noite.
Se eu sei a resposta, logo troco para outra.

E a noite segue seu rumo.
Enquanto eu me encontro sem um.

“Eu trago meu cigarro enquanto escrevo esse recado"




Falar de morte é tão fácil.
É belo, é exato e humano.
É a morte.

Tenho medo, mas também a anseio.
Estranho né.
Pelo menos não minto.

Morrer;
Viver;
É tudo o mesmo.

Sem a morte não existe vida.
E sem vida não há morte.